National eHealth Strategy Toolkit: Nova ferramenta para o desenvolvimento de políticas e estratégias nacionais de e-Saúde

National eHealth Strategy Toolkit: Nova ferramenta para o desenvolvimento de políticas e estratégias nacionais de e-Saúde

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a União Internacional de Telecomunicações (UIT) lançaram o "National eHealth Strategy Toolkit", um roteiro para desenvolver estratégias nacionais de saúde ligadas a e-Saúde.O ToolKit foi desenvolvido em inglês e será traduzido para o espanhol e português pela Organização Pan-americana de Saúde (OPAS).  Funcionando como apoio para o desenvolvimento de políticas de e-Saúde nas Américas, o Toolkit servirá para atingir o objetivo estratégico da "PAHO eHealth Strategy" sobre a formulação, implementação e avaliação de políticas públicas de e-Saúde.

O lançamento do Toolkit ocorreu durante o evento "National eHealth strategy development: country experience and next steps",  em Genebra, Suíça. Tal evento  procurou compartilhar experiências e lições aprendidas com as estratégias nacionais de e-Saúde  já desenvolvidas e identificar os principais interessados ​​que podem apoiar o desenvolvimento de novas estratégias. O mesmo evento contou com a presença de especialistas em e-Saúde de diferentes membros da Organização Mundial de Saúde e de outros atores importantes no cenário mundial da saúde. A região das Américas foi representada por Augusto Cesar Gadelha, do Brasil, Leung Lai, da Guatemala, e Novillo David, do Escritório Regional da OPAS.

O Projeto Visão de e-Saúde no Brasil versão 1.0, alinhado às orientações da publicação da OMS “National e-Health Strategies”, abrange conteúdos adaptados do Toolkit para o Brasil por uma equipe liderada pelo DATASUS. Os sete pilares sugeridos pela OMS foram concentrados em quatro, assim nomeados: Governança, Interoperabilidade, Infraestrutura e Recursos Humanos.

 

Há muitos anos, um imenso trabalho vem sendo realizado no mundo para a criação de padrões de terminologias, que ultrapassem barreiras de idiomas, jargões, classificações, condições epidemiológicas distintas, etc. O problema da padronização de terminologias envolve doenças, procedimentos de diagnóstico clínico, acesso a informações, dentre outros. Além da criação de bases de dados de termos, a dinâmica de padronização terminológica requer acordos internacionais e manutenção contínua.Para debater essas questões, o Grupo de Trabalho de Interoperabilidade do e-Saúde (GT2) organizou o seminário "Oficina Desafios do e-Saúde - Terminologias", em Brasília, para o intercâmbio de conhecimentos e identificação dos principais atores no cenário brasileiro. Foram convidados diversos especialistas do mundo acadêmico e profissionais atuantes em Informática em Saúde para apresentarem suas experiências.

Nas próximas edições, iremos publicar algumas das apresentações realizadas na oficina.



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